sábado, 7 de agosto de 2010

Psy também é cultura.

                         Fui numa festa muito estranha acho que era infantil. Todo mundo chupava pirulito, bebia muita água, só queriam doces e bala. Dançavam sem se preocupar com a observação dos outros. Acho que tinha gente doente, gripada, pois tomavam comprimidos, cheiravam vick e usavam óculos escuros para esconder o vermelho dos olhos. Mas mesmo assim, as pessoas pulavam e brincavam com bolas e malabares. Davam muitas risadas e pareciam curtir muito a vida. O som era diferente, dava a impressão de que todos os CD’s estavam riscados e só dava para ouvir um barulho: tuntz, tuntz, tuntz... Mas aquele som me levou a lugares desconhecidos dentro de mim; ele acompanhava as batidas do meu coração, ali eu descobri uma nova paixão,
                                                                     
                                                                 PSY TRANCE.



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